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Amigos de Faculdade

Quando eu comecei a faculdade, logo fiz quatro grandes amigos que iriam me acompanhar nos trabalhos, provas e risadas até o final do quarto ano. Pedrinho, Aninha, Samú e Juninho. Os quatro foram meus companheiros de risadas, pão de açúcar e churrasquinho na frente da facul. Durante os quatros anos vivemos muitas coisas: vimos a Aninha abrir sua loja (a empreendedora da turma), o Juninho se casar, o Pedrinho se arrebentar de moto (e foi mais de uma vez) e o Samú mudando de casa. Eu e Aninha sonhávamos com a nossa casa (ela sonhava com o casamento também rsrs). E hoje, um ano e meio depois da nossa formatura, pude trazê-los (com exceção do Juninho furão) para conhecer aquele apartamento que eu sempre sonhava.

Bruno, Eu, Aninha, Ricardo, Valeska, Samú e Pedrinho

Fomos primeiro almoçar numa churrascaria em frente ao shopping. Batemos papo, contamos as novis. Depois viemos aqui pro apê. Assistimos o vídeo da formatura (altas risadas), vimos as foto do álbum de formatura e as fotos da minha viagem com o Pê em abril. E tiramos umas fotinhos, pro Juninho furão ver e pra guardar na memória essa recordação gostosa.

Foi muito bom recebê-los em casa e mais uma vez comprovar que não importa o quão constante um amigo é na sua vida. Basta fazê-los perceber o quanto são importante quando os reencontramos.

Dia 06: Uma experiência inesquecível

Depois de quatro anos estudando, eis que chega o momento tão esperado.

Foi uma noite incrível, ao lado de pessoas especiais que estiveram comigo durante esse tempo que é tão bom nas nossas vidas (e que a gente só dá valor quando acaba, humf). Uma noite que confirmava aquilo que a gente mais temia: as noites não seriam as mesmas sem as aulas e os amigos. As risadas diárias, a cantina, os espetinhos e os refrigerantes. As semanas de administração, as barracas, as festas zicadas. A pausa pras fotos, as provas, os trabalhos.

Mas, me ver ali, a primeira de casa formada foi extremamente gratificante.

Ver meus pais e irmãos ali presenciando a cena foi ainda mais. Fez eu ver que valeu a pena. E ainda continua valendo!

Graduated!

Tanto tempo sem passar por aqui, eu tinha que contar como foi a noite do baile de formatura. Depois de quatro longos anos (que agora eu percebo como passaram depressa), finalmente comemoramos nossa conquista. Administradores de empresas, com muito orgulho!

Uma noite de alegria, família, amigos, namorado, bebidas, comidas e muitas, muitas risadas, pra fechar um ciclo em nossas vidas e dar início a outro, que tenho certeza será tão incrível quanto esse que passou.

Mami, Eu, Thi (Brother)

Foi uma festa linda,com direito a valsa e tudo. Estavam lá pessoas super especiais, dividindo comigo a alegria desse momento. Pena que alguns não foram, mas enfim, foi realmente o máximo. Dancei, bebi, curti MUITO.  Até minha mami, que nunca sai de casa, aproveitou a noite e dançou.

Amigos queridos formandos, Betinho e Fer (casal mega especial) eu e Bruno, Fer e eu

E ainda tem mais: no final do mês que vem tem a colação, e provavelmente será o último encontro da turma toda. Quero registrar todos os momentos porque, claro, vou sentir MUITA falta. ^-^

Todas as fotos do baile estão aqui.

Fotos na faculdade

Final de faculdade é sempre assim: correria com apresentação do trabalho de conclusão, provas, trabalhos de última hora, e alívio, afinal no final tudo acaba bem. Aí, quando acontece aquilo que você mais queria, o curso acaba, você se forma, vem aquele sentimento de nostalgia antes mesmo do fim.

Não vou ver mais os amigos todos os dias, as conversas nos corredores, os trabalhos em grupo, o suco da cantina, as gargalhadas diárias, enfim, tudo aquilo que fez parte da sua rotina nos últimos quatro anos e te empulsionou até agora se vai. É, meu amigo, a vida é cruel.

A sorte é que vão ficar recordações incríveis na nossa memória. Na minha, uma delas foi a última sessão de fotos. Quase Todo mundo ali, pra registrar o rosto de cada um e, daqui alguns anos, ajudar a memória a relembrar quem foi cada um nas nossas vidas. É por isso que eu AMO fotografia:

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Faculdade

facul

Minha turma mais que especial: Juninho, Eu, Pedrinho, Aninha e Samú

Último semestre de faculdade é uma loucura: TCC, trabalhos, provas finais, ansiedade com o final do curso, as dúvidas: o que faremos depois de pegar o diploma? as amizades serão mantidas? vamos manter contatos? Promessas de amizades eternas para nunca esquecermos aqueles quatro anos que tanto marcaram nossas vidas. Enfim, aquele turbilhão de sentimentos.

Conforme o final do ano se aproxima um grande sonho meu vai se realizando: um diploma em mãos. Não que isso vá mudar radicalmente de uma hora pra outra o rumo da minha vida, mas quem me conhece sabe o quanto eu valorizo os meus estudos, o quanto eu sonho em nunca parar e sempre continuar me reciclando, atualizando.

Pieguices a parte, o final de faculdade tem os seus momentos bons também. Os preparativos para a formatura, as milhares de fotos tiradas nos corredores da faculdade para registrar os momentos finais, afinal, vai saber quando nos reencontraremos de novo, né?

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Meninas queridas: Paty, Nath, Eu, Aninha, Talita e Nany

Na última segunda feira o pessoal da Sagae Formaturas (que fará nossa festa) foi tirar nossas fotos oficiais para os convites e para recordação também (a famosa foto de beca e chapéuzinho em mãos). É claro que eu não perdi a oportunidade e levei minha câmera. Aproveitamos para tirar MUITAS fotos. Quase Todos foram conforme o combinado: de preto, arrumados, para sair bem na foto, né? As meninas não podiam ver uma câmera que já davam aquele sorriso (e eu me inclui totalmente nesse “as meninas” ^^).

Foi uma noite muito legal e engraçada, apesar dos contratempos (alguns esqueceram e foram de roupa clara, mas tudo acabou super bem e demos um jeito).

As fotos da turma toda ficaram o máximo. Vimos na câmera do fotográfo e eu já comecei a sofrer antecipadamente: quantas fotos cabe em um álbum? rsrsrsrs

Abaixo, em um momento filosófico, eu e minha best friend forever de faculdade, Aninha, minha companheira de trabalhos, provas e risadas. Ahn, risadas, muitas risadas.

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Mais queridos do meu coração, e a turma toda:

meninas turma

……………………………Rose, Aninha, Eu e Claudinha ………………………………………………. e a turma toda!

Sinto que daqui alguns anos vou chorar lendo esse post. Ó mundo cruel. *-*

Todas as fotos que tirei estão no meu álbum aqui.

Casório Juninho e Helô

Sábado, dia 18, foi o casamento de uma pessoa muito querida e especial pra mim. O Juninho, amigão da faculdade.

Ele faz parte da minha “patota” desde o primeiro dia de aula. Junto com a Aninha, o Samú e o Pedrinho, somos “os caras”. É claro que tem muitas outras pessoas mais na nossa turma, também queridas, mas a gente está sempre junto. Nos intervalos, nas provas, nos trabalhos, nas risadas (que são MUITAS), há quase quatro anos essa turminha querida faz parte das minhas noites, e eu não consigo imaginar quando esse ano terminar o que será de nós (já que é o último da faculdade). Já prometemos que essa amizade não vai acabar, e eu vou fazer de tudo pra cumprir a promessa, afinal, adoro todos eles.

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Da esquerda pra direita: Aninha, Eu, Juninho, Helô, Pedrinho e Samuel

Voltando ao casamento, tudo foi muito lindo. A Helô, noiva, estava linda, radiante. E o Juninho ficou tão emocionado, chorou várias vezes ao cumprimentar os padrinhos, enfim, dava pra ver que eles estavam realizando um grande sonho, e que o amor ali existe, muito e verdadeiro.

A nossa mesa estava super animada, o Bruno foi, e o Ricardo, namorado da Aninha também. Estava uma delícia.

Juninho e Helô, eu desejo toda felicidade do mundo pra vocês. Vocês merecem e serão felizes para sempre, como nos contos de fada, afinal, vocês parecem mesmo um casal de conto de fadas.

Mais algumas fotinhos da festa:

Rapidinhas…

Final de ano tudo fica mais intenso: muuuito serviço do trabalho, muitos trabalhos na faculdade, isso inclui relatórios de estágio, projeto para TCC, provas, correria de final de ano básica.

Como fiel procrastinadora que sou, sempre deixo tudo pra depois. Estou nesse momento terminando o relatório final de estágio que preciso entregar amanhã. Detalhe: comecei a fazer tem uma meia hora. Como além de procrastinadora sou super otimista, sempre sei que vai ficar bom no final. Assim eu espero.

Eu li um texto muito phoda no blog da Mônica que vou colocar aqui:

O texto é dela.
O que pode criar um monstro?

O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por… Nada?
Será que é índole?
Talvez, a mídia?
A influência da televisão?
A situação social da violência?
Traumas?
Raiva contida?
Deficiência social ou mental?
Permissividade da sociedade?

O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes? O rapaz deu a resposta: “ela não quis falar comigo”. A garota disse não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não. Seu desejo era mais importante.

Não quero ser mais um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados. Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.

Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19. Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha. Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida. Faltou a polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá. Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram. Simples assim. NÃO. Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.

O mundo está carente de nãos. Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças. Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos ( e alguns maridos, temem dizer não às esposas ). Pessoas têm medo de dizer não aos amigos. Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros. Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.

Os pais dizem, “não posso traumatizar meu filho”. E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias. Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não, você não pode bater no seu amiguinho. Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos. Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei. Não, você não vai passar a madrugada na rua. Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação. Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos. Não, essas pessoas não são companhias pra você. Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate. Não, aqui não é lugar para você ficar. Não, você não vai faltar na escola sem estar doente. Não, essa conversa não é pra você se meter. Não, com isto você não vai brincar. Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.

Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas. Transam sem camisinha. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.

Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não. Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer – é também responsabilidade. E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem. O não protege, ensina e prepara.

Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora – e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.

Sumi

É, eu sumi legal. Mas tenho uma explicação: FESTA!

Calma, não sou a baladeira de plantão. O Centro Acadêmico da minha faculdade, aquele em que sou presidente, organizou uma festa para arrecadar fundos para a administração do CA. A festa foi sexta feira, mas a correria começou há três semanas. Eu estava morrendo de medo de não dar certo, ou dar prejuizo. Mas graças a Deus a festa "bombou", como dizem por aí!

Confesso que eu não estava nem afim de ir, ia rolar uma banda de pagode (argh!) e um DJ (urgh!). Mas fui, claro, e trabalhei no caixa. rsrsrsr Só eu pra organizar uma festa e trabalhar! Detalhe: namorado foi comigo e trabalhou também. De caixa. Durante o dia foi o quinto dia útil e ele trabalhou que nem um louco no caixa do banco, e a noite trabalhou comigo no caixa da festa. Tadinho! 😉

O resultado foi uma bela graninha para o cofre do CA. E bora trabalhar durante o ano, para o bem geral dos alunos, é claro!

By the way, acabei de atualizar meu wordpress. Fazia um tempo que eu não atualizava e aparentemente está tudo certo. Se por acaso aparecer algum erro me avisem que eu arrumo!

Depois eu volto com mais post. Agora vou aproveitar o finalzinho de domingo porque amanhã começa tuuuudo de novo!

Rapidinhas…

Galerinha, que semana mais corrida essa. E fico pensando que no final da semana passada era tudo festa. A realidade é cruel. rsrsrs

Vamos lá as novidades, rapidinho:

  • Essa semana os alunos da escola onde eu trabalho voltaram com tudo. Por causa do feriado de aniversário da cidade na semana passada, os alunos emenderam as férias. Porém, segunda feira estavam todos lá. E junto com eles, muiiito serviço. ehehehe
  • Voltaram minhas aulas. Eu adoro ir à faculdade, adoro meu curso (Administração – Gestão Empresarial) e acho que vou adorar mais ainda esse semestre. Olha as matérias: Administração de custos e formação de preços; Direito Empresarial II; Gestão de Pessoas (amei essa, gente); Estatística II, Economia II. Delícia, não? Pra quem gosta, né? ehehehe

  • Entrei para um novo creative team, o da Janine Oliveira. Estou muito contente por fazer parte de mais esse CT. A Janine é suuuper talentosa e me aceitou! Urrul. Maravilha. Cliquem aqui para conferir mais novidades do meu mundo de scraps. E reparem no selinho ali do lado, que fofo!! Agora tenho três chefinhas talentosíssimas!

Acho que vou demorar uns dias pra entrar no ritmo de novo. Mas nada que uns bons cafézinhos e muitas risadas não resolvam, né? Estou me sentindo tão bem ultimamente… ;c)

Última semana de aula

Última semana de aula na faculdade. Tenho só mais duas provas, amanhã e depois, e o resto da semana é só assinar atas. Estou pensando em fazer um post exclusivo sobre o “meu primeiro ano de faculdade”. Parece mais ou menos o “meu primeiro sutiã” (rssss), mas é que tantas coisas boas aconteceram esse ano. Conheci muitos amigos legais, me identifiquei muito com o curso, tanto que nem tive problemas nenhum com as matérias, ainda não precisei nem estudar pras provas (mexeee com a garota rsss).

Mas é verdade, estou gostando bastante do curso mesmo, das pessoas, professores, enfim, foi um primeiro ano bastante produtivo. Espero que os outros continuem assim, esse ano passou voando, mesmo, daqui uns tempos quem está se formando sou eu (olha eu de novo apressando ainda mais o tempo).

Então, a Aninha, que faz faculdade comigo, caiu de moto, e o Zé também. Isso me deixa super preocupada, afinal eu tenho a minha piubinha, semana passada um carro cortou a minha frente e quase me derrubou da piuba. O trânsito em Bauru não é nenhum exemplo, e ainda com tantas motos, as pessoas não respeitam, tenho mais é que tomar muito cuidado mesmo.

Mas eu sou bem cuidadosa, espero que isso valha bastante a pena.